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O Prêmio Benvirá, pertencente à editora homônima e selo de literatura da Saraiva, já revelou o vencedor de sua 2ª edição. Com mais de 1.500 participantes, o professor e tradutor de literatura judaica e hebraica na USP Luis Sergio Kraus teve seu livro, Deserto, escolhido por uma banca formada por José Luiz Goldfarb, Luiz Bras e Anna Maria Martins. Goldfarb, por sinal, é o curador do Prêmio Jabuti, que ano passado – a seu contragosto – laureou o paranaense Oscar Nakasato, vencedor da primeira edição do Benvirá, em 2011.

O livro de Kraus, assim como o do maringaense, é uma viagem na história do próprio escritor e remete à sua juventude, quando deixou o Brasil para ir à Israel em busca de suas origens. Nakasato, também professor, com Nihonjin, narra a imigração japonesa ao Brasil e os conflitos desse processo.

Kraus não só terá seu livro publicado pela editora, como também recebeu um prêmio de R$ 30 mil. Ainda não há previsão para a chegada de Deserto às livrarias.

Pequena coincidência

A segunda edição do prêmio parece realmente estar envolta em coincidências. Goldfarb, da mesma foram como o vencedor, também é dedicado ao estudo da cultura judaica, sendo presidente da Cátedra de Cultura Judaica da PUC-SP.

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